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Review: GLOW (Netflix)

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(GLOW - divulgação | IMDB)

 

A série Glow - produção original da Netflix - estreou esse ano e já é um sucesso. Logo abaixo separei alguns pontos do por quê você deve assistir a série:

- GLOW mostra o poder dar mulheres. Por se tratar de uma luta livre feminina dos anos 80, a séria busca mostrar as dificuldades que elas tinham de mostrarem seu talento, principalmente na carreira de atriz. Não somente o reconhecimento, mas também o respeito.

- Quer saber como se produz uma série? Podemos entender um pouco através de Glow, uma série behind the scenes, onde vemos o produtor lutando para que a série seja transmitida em alguma emissora Americana, entendemos toda a burocracia e problemas para que ela seja aceita pelo público... vemos também os ensaios para as gravações, discussões, obstáculos financeiros e materiais, além de acompanhar o dia a dia das atrizes e como elas se preparam para entrarem nas personagens. Pensa numa serie que você adora: é como se pegassem uma câmera e mostrassem todos os bastidores e tudo o que fazem para colocá-la no ar, só que aberto ao público, possibilitando que você acompanhe todo esse processo de produção, até o resultado.

É algo que, pelo menos EU, nunca tinha visto antes e tinha muita curiosidade. Isso traz mais intimidade ao público, que fica curioso para saber o que acontecerá no episódio seguinte. Sensacional!

- Ao assistir a série, você se sente MESMO como nos anos 80. A filmagem, as músicas, equipamentos (vemos os equipamentos quando mostram a gravação das "lutas"), as roupas e estilos. TUDO te faz sentir como na época. Até a própria qualidade da filmagem é antiga! Incrível e com certeza um desafio muito bem concretizado.

- Cada personagem possui caraterísticas distintas e representam vários tipos de etnias, estilos e gostos. Isso também conquista bem o público, que muitas vezes, em produções, não se sente representado, pela falta de variedades entre os personagens. Cada uma tem uma personalidade diferente e é até bizarro como tantas pessoas diferentes conseguiram se entender. A minha preferida é a personagem da Alison Brie, Ruth Wilder (na luta, sua personagem se chama Zoya, the Destroyer) – é como se mostrasse a própria rotina da atriz, com audições para fazer, rotina agitada, suas responsabilidades e a personagem para interpretar. #GirlPower

 

Bom, tentei não me prolongar para que não fique muito cansativo. Espero que tenham gostado! A série está indo para a terceira temporada e os episódios são curtos e divertidos. Quem gosta de coisinhas antigas e vintage, vão se amarrar mais ainda ;)

 

 

(Alison Brie & Betty Gilpin | IMDB)


Glow is a new Netflix production, yet already a phenomenon. Today I’m gonna tell you why you should watch the series:

- GLOW shines up women’s power. It brings to the public a different kind of wrestling: a female version, from the 80’s – not REAL wrestling, but you’ll understand. Every movement is rehearsed before being displayed. It’s more like a theatrical show, very interesting for those who love vintage productions and filmmaking.

- It’s a behind scenes series. How? Well, it shows all the proccess of producing a series: the producer struggling with all the bureaucracies to put it on air, the fear of not being accepted by the public...

We see the rehearsals, financial and technical issues.... I guess the most interesting thing is that we can follow the routine of the actresses and how they prepare for their characters. As I always wanted to see how a TV show was prepared, GLOW conquered my heart.

- When you watch the show, you REALLY feel like you’re in the 80’s – the equipments, quality, songs. Bringing the feeling of nostalgia was a well accomplished challenge.

- Each characther has its own abilities and charatcheristics; they come from different ethnicities and it gives the series a diversity. (My fav is Zoya, the Destroyer, played by Alison Brie). What about their outfits? OH MY, I wish I had all those incredible and stylish clothes from the 80’s. Trust me, you guys are gonna love it!

Well, these are some points I chose to talk about in this review, to give you a motivation to watch the series. Of course: there are some plot holes, but it’s a really good opportunity to fly back to the past and see the power of women. Yes, you SHALL give a chance to GLOW :)

 

 

(Elenco de GLOW | IMDB)

 

 

xoxo, Anna 

 

 

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05 de Março de 2018

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O novo quadro: Com Elas

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Olá amorecos, tudo bem? Hoje, eu vim trazer uma novidade pra vocês e eu espero que seja algo muito bom para todas as nossas leitoras: o quadro “Com Elas”.

E o que será esse quadro? Será um espaço para o nosso público feminino escrever sobre assuntos que gostem ou que se sentem à vontade de falar. sobre Todos os textos passarão antes por uma revisão, para que possamos também filtrar o que será postado;

E por que essa ideia? Bom, estamos em um momento da nossa sociedade em que a mulher está ganhando cada vez mais voz, mais reconhecimento e queremos mostrar ao público um pouco de como nós podemos mudar nosso grupo de trabalho, escola e fazer a diferença. Estamos começando esse quadro porque sabemos o quão poderosas nossas leitoras/seguidoras são e queremos oferecer um espaço para elas se libertarem e se expressarem.

Como funcionará? O quadro será, a princípio, toda quarta-feira, tendo textos prontos e revisados. Caso ocorra de não termos textos para toda semana, vamos mudar para um quadro quinzenal. O objetivo é que as meninas se sintam inspiradas a escreverem, passem essa inspiração para as amigas e assim ganhamos cada vez mais colaboradoras!

Vamos juntas nessa? Contamos com os textos e ideias de vocês!

Para inaugurar bem o quadro, já temos uma colaboradora muito especial, que já escreveu para o Blog há um tempo atrás e está sempre nos acompanhando: a Mariana Azevedo.

A Mari resolveu escrever sobre uma série que ela gosta muito e que corre o risco de ser cancelada. Toda série passa por dificuldades, sejam elas financeiras, de audiência ou problemas internos, mas a série Anne with an “E” é realmente muito especial. Comecei a assisti-la essa semana e logo me encantei com sua proposta.

Resumindo: Anne é uma menina órfã e que foi adotado por um casal de irmãos bem de idade. Todos moram juntos numa fazenda, em uma pequena cidade do Canadá. Eles são pessoas simples e Anne é uma menina muito, mas muito encantadora, pura, que ama ler e possui uma criatividade imensurável; é uma menina que aprecia as coisas simples, ama a natureza e transmite sabedoria e amor por onde passa. É como se ela fosse a literatura em pessoa, com contos e contos na cabeça, personagens, cenários e um trilhão de ideias para colocar em prática. A série se passa no século 19 e tem uma simplicidade tão bem posicionada, que se torna rica no aspecto geral.

Abrindo então o quadro “Com Elas”, das nossas seguidoras poderosas, aqui vai o texto da Mariana, sobre sua série preferida:

 

“Hoje eu vim indicar a série “Anne with an E” (porque Anne com E fica muito mais distinto, segundo a própria).

Essa série funciona pra quem assiste do mesmo jeito que funciona para os personagens que vão conhecendo a órfã de 13 anos, Anne: quando você percebe, está doido para ouvir a nova aventura dessa ruivinha que detesta ser ruiva e definitivamente não tem papas na língua. Quando percebe, já está totalmente apaixonado. Além de ser uma série deliciosa de assistir, já que de fato Anne é uma criança pura e cativante, ela consegue de um jeito leve trazer assuntos muito importantes: bullying, feminismo, racismo, homofobia, preconceito entre classes sociais, a vida difícil de uma criança órfã e por aí vai. Fora que tem tudo que podemos esperar: amizade, companheirismo, sacrifício, união, primeiro amor, família... ah é uma série tão gostosa que quando você pisca acabou e você não vê a hora de descobrir o que mais Anne vai aprontar. Apesar dela ser apenas uma criança, consegue mexer com pessoas de todas as idades. É o tipo de série que aquece nosso coraçãozinho e faz bem pra alma. É tão bom ter a chance de ver o mundo pelos olhos de uma menina tão especial como Anne, que não tem como perder a oportunidade de assistir a série.“ - Mariana

E esse foi o texto que a Mari fez para nosso quadro. Realmente vale muito a pena assistir à série, principalmente porque ela recorre a valores muitas vezes esquecidos e situações que são vivenciadas por nós, mulheres, até os dias de hoje. Esperamos que tenham gostado do texto e que se inspirem para escreverem também pra gente. Vamos pensar nesse espaço como um grupo, onde as meninas sentam e falam sobre vários assuntos que gostam e ajudam umas às outras. Estamos aguardando vocês!


 

English:

Hello everyone, how are you? Today I brought something new for you, girls, who are reading this article and I really hope it’ll be a very good thing to all of you: the new editorial board for our website, called “With Them”, which in portuguese, refers to women (them=women). The purpose of the editorial is to become a space, where girls can write, yet tell something they feel good about, like recommendations, advices, or, a story, a poem, something they want to share with the world...  it must be a space where they feel good reading and writing; YOU must feel free and comfortable, that’s its importance. So, what do you girls, woman, who are reading this, think about the idea? I’ll be waiting for you! And I really hope you can collaborate with us. To start off, the Brazilian student Mariana Azevedo wrote a review about the Canadian drama televison series “Anne with an E”, which tells the history of an orphan girl, full of beautiful qualities, that make her a different and special girl. It’s like she was the literature in person, with big dreams and a fruitful imagination. The history have been conquering many fans and Netflix did not update us about the new season – and that’s a plus reason why you really should watch it. So please, let’s read our girly’s review and fall in love with this beautiful serie. Welcome to “With Them”!

“Today, I’m here to talk about the serie “Anne with an E” (because the name “Anne” gets much more distinct with an E, according to the character).

The series works the same way for those ones who are watching and for the characters: when you realize, you’re about to die to hear Anne’s new adventures, a redheaded girl who hates being red headed and definitely has no control over her mouth. When you stop to think, you’re absolutely in love with her. It’s a very delightful serie. As Anne is a pure and caring child, she brings to the public importante issues – like bullying, feminism, racism, prejudice between social classes and the difficulty of being an orphan girl, in addition, it also carries positive qualities: friendship, partnership, sacrifices, union, first love, family... it’s a charming series and when you blink, you cannot wait to find out what’s coming next. Even though she’s only a child, she can shake our hearts, no matter how old you are; it’s this kind of series that warms the heart and soul up. It’s a very good opportunity to see the world through Anne’s eyes and you mustn’t lose this opportunity. Go and watch it!” - Mariana

This was Mariana’s review to our new editorial board. I hope you guys like it and don’t miss the chance to watch the series. Now it’s your time! Do you wanna post your text/review/story here? Contact us (blogsobretudocomelas@gmail.com) and don’t miss this opportunity. We’ll be waiting for you!


Mandem textos pra postarmos aqui! Só enviar para: sobretudocomelas@gmail.com <3

 


xoxo,

Anna :)

 

 

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28 de Março de 2016

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30 de Maio de 2016

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19 de Setembro de 2015

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07 de Agosto - Por Anna Mellado
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Review: Mamma Mia 2

Mamma Mia! – Lá Vamos Nós de Novo, teve sua estreia mundial na última quinta-feira (2) e já é um sucesso em todo mundo. Como assisti e adoro a sequência, resolvi contar um pouco o que achei do segundo filme.

 

(Cartaz de divulgação do filme | Wikipedia)

 

Muitas coisas no filme me surpreenderam e muitas me deixaram intrigada. O que mais me chocou, foi o fato de Meryl Streep estar praticamente fora do filme, já que a atriz é a principal. Ela é muito querida pelo público e fez muita falta. Apesar das cenas em que apareceu, acho que todos ficaram com uma ponta de esperança de que ela apareceria no final e que tudo foi um engano. Mas não. Na cena em que um helicóptero se aproxima da festa de inauguração do hotel da Sophie, quem saiu de lá foi a.... Cher (?). Mas espera, quando foi que mencionaram que a avó de Sophie estava viva ou que ela era importante? Isso, na minha opinião, foi um dos pontos mais estranhos e fracos da história e ao mesmo tempo, surpreendente, pois a Cher deu um show de atuação e, como sempre, cantou lindamente. Na história, Ruby (Cher), reencontra seu amor de muitos anos, mas até essa parte ficou um pouco perdida, já que praticamente não sabíamos quem era ele – Fernando, interpretado por... Andy Garcia!!

Bom, alguns aspectos do roteiro poderiam ter ganhado uma atenção maior, mas mesmo com essas "falhas", o filme em si é uma obra excepcional, pois continua homenageando MUITO bem o grupo ABBA e o elenco seguiu com pessoas que realmente mereciam estar ali. Falando das músicas, isso foi uma das coisas com a qual eu estava mais preocupada: o primeiro filme tinha sido tão bom, com covers tão bem feitos que não sabia o que poderia acontecer nesse. Mas fiquei boquiaberta: as versões novas ficaram lindas e cantadas, a maioria, por Lily James (jovem Donna), que fez um papel importantíssimo, difícil e que teve um resultado admirável. Apesar de já ser famosa, não conhecia muito seu trabalho e ela mostrou que tem talento e que sabia o que estava fazendo: interpretou a versão nova da Donna, onde pudemos finalmente saber como foi seu “verão maluco”, quando conheceu os três rapazes e engravidou de Sophie.

A obra toda em si foi muito bem desenvolvida, com bons atores, lindos cenários e boa história. O que mais gostei foi realmente entender o passado de Donna e o que mais me deixou triste foi a pouco a aparição de Meryl Streep, já que ela interpretou tão bem Donna Sheridan no primeiro filme e esperava vê-la novamente. Uma coisa que me deixa encantada com a história do filme, é que Sophie nunca realmente se preocupou em descobrir quem era seu verdadeiro pai. Ela queria poder viver bons momentos com os três supostos pais, já que nunca teve a presença do pai por perto e, principalmente, estar ao lado de sua mãe, manter um bom relacionamento com ela e fazê-la feliz. E isso tudo foi cumprido, até o final do filme, onde vimos Sophie relembrar sempre com muito amor de seus momentos com Donna.

Olha, se eu fosse vocês, não perdia tempo e corria para assistir o segundo filme da sequência de Mamma Mia, porque é um filme icônico e com um elenco muito talentoso. E as músicas? Não paro de ouvir a playlist com as novas versões de tão boas. Vocês vão adorar, tenho certeza! Depois me contem se vocês também saíram do filme cantando e sorrindo ;)

Espero que tenham gostado e não deixem de assistir ao filme! Postarei também essa review numa versão em inglês, então se quiserem, podem ler logo abaixo :) 


 

English: 

Mamma Mia is one of my favorite musicals. I have always liked musicals and my top 6 are: Chicago, Mamma Mia, La La Land, Wicked, Grease and Lés Miserables.

Talking about Mamma Mia again, it’s impossible not to freak out while watching the first movie, since  it’s an iconic tribute to ABBA. Not only because of the songs, but also because of the cast, which is made of professionals, who did a perfect job. They sang perfectly. Even thought some people only listen to the originals songs (from ABBA), their versions are amazing and so is their acting. The first movie is a mix of love for their work, passion and talent.

What about Mamma Mia - Here We Go Again? Well, the new movie brought me so much excitment. I won’t say it’s better than the first one, but it has a good production. The only thing sad about it is that we almost don’t see Meryl Streep (why did she have to die, you know?). She’s the star of the movie and I think everyone was expecting to see more about her there. When the scene where a helicopter appears, I thought it was her. But it wasn’t her. It was Cher. That was one of the most confusing moments in the movie, because Cher played Sophie’s gramother, but she did not mention her before (not that I remember). Andy Garcia was in the movie and maybe they could have given his character more attention as to Amanda’s character (Sophie), who was a little ofuscated this time.

But okay, the cast were so talented and Cher did a great appearance though we already knew she was a star. Not devaluing anyone, but Lily James did an AMAZING job. She’s young, beautiful but most important: she’s good in what she does and does with love.

What I liked the most about the movie was the way they brought it to the past, showing Donna’s early life and her story with the three men. I Always wondered she met them and the movie showed everything to us. Some people may had not liked it, but I left the movie singing, dancing and smiling, so for sure, it will bring you some happiness as well as it did to me. So please, go and watch the movie, with many incredible songs and a talented cast :) Hope you like it! 

 

xoxo,

Anna :)

 

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